Escrevo e reescrevo. Apago tudo, escrevo de novo. Por vezes eu amo, por vezes eu odeio. Na verdade tudo isso reflete muito de como eu me vejo. Eu acerto e erro, e por vezes me amo, por vezes me odeio. Erro e erro nos mesmos erros, é impressionante. É difícil dizer o que sinto mais por mais tempo na maior parte do tempo. Já houve um tempo em que eu estivesse tranquilo, pensando que tudo estava seguindo nos seus trilhos, do jeito que eu imaginava. Não que eu não tivesse problemas, mas simplesmente porque eu imaginava compreender e entender todos os caminhos possíveis que a vida poderia tomar, e eu estava muito satisfeito, apesar de ser esse ser errante que sou, assim como todos nós, diga-se de passagem. "Tudo a seu tempo, perfeito não posso ser, posso melhorar" Até que o trem da vida pareceu descarrilar, de uma forma que eu não esperava em nenhum dos meus pesadelos. Bem, eu ainda respiro, estou feliz por isso, muito feliz, de verdade. O sorriso do meu rosto se apagou, e talvez dentro de mim haja um pouco mais de amargor, que, de certa forma, me consome admitir, porque acho que a maioria das pessoas iria te dizer que essa não é uma palavra que combina comigo. O "bobo alegre" continua "bobo", essa mania eu não perco, e isso não é ruim, bom é ser "bobo", infelizmente talvez além disso eu possua uma dúzia de outros adjetivos negativos, mas talvez isso seja somente a minha forma errada de me observar, ou talvez essa seja a maneira mais certa de me ver. Escrevo e reescrevo, por vezes amo e por vezes odeio tudo aquilo que eu escrevi.
"Falaí", pessoal, beleza? Acho que já está na hora de eu me apresentar, né? (Se é que tem alguém lendo aí haha) Meu nome é Allan Pitanga e sejam muito bem-vindos ao meu blog: As Crônicas de Allan! Pra todo mundo aí que não tá entendendo bulhufas do que está acontecendo por aqui - e imagino que sejam quase todos! rs Calma aí que eu vou tentar explicar. Eu criei esse blog com, basicamente, dois objetivos; o primeiro seria ter um espaço pra eu poder publicar os meus textos aleatórios que eu tanto gosto de escrever, e, o segundo, me obrigar a escrever com uma certa periodicidade durante um certo tempo. Bem, como eu já falei, eu gosto bastante de escrever, o problema é que eu não sou nem de longe um escritor genial. Algumas pessoas gostam de alguns textos que eu escrevo, mas é só isso, eu não sou tão articulado nem escrevo tão naturalmente da forma como eu imagino que algumas pessoas que eu conheço e já tive contato parecem escrever, tudo que eu sinto que possa passar ...
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