Escrevo e reescrevo. Apago tudo, escrevo de novo. Por vezes eu amo, por vezes eu odeio. Na verdade tudo isso reflete muito de como eu me vejo. Eu acerto e erro, e por vezes me amo, por vezes me odeio. Erro e erro nos mesmos erros, é impressionante. É difícil dizer o que sinto mais por mais tempo na maior parte do tempo. Já houve um tempo em que eu estivesse tranquilo, pensando que tudo estava seguindo nos seus trilhos, do jeito que eu imaginava. Não que eu não tivesse problemas, mas simplesmente porque eu imaginava compreender e entender todos os caminhos possíveis que a vida poderia tomar, e eu estava muito satisfeito, apesar de ser esse ser errante que sou, assim como todos nós, diga-se de passagem. "Tudo a seu tempo, perfeito não posso ser, posso melhorar" Até que o trem da vida pareceu descarrilar, de uma forma que eu não esperava em nenhum dos meus pesadelos. Bem, eu ainda respiro, estou feliz por isso, muito feliz, de verdade. O sorriso do meu rosto se apagou, e talvez...
Pequenas histórias de um jovem com lembranças.